Uma mulher de 46 anos foi presa nesta quinta-feira (12), em Florianópolis, suspeita de envolvimento no desaparecimento da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos. A prisão de Ângela Maria Moro ocorreu inicialmente por receptação, após a Polícia Civil encontrar objetos da vítima em uma pousada da qual ela se apresenta como responsável.
Durante a audiência de custódia, o juiz identificou indícios de homicídio e determinou a prisão temporária da suspeita por 30 dias. O caso está sob investigação da Polícia Civil de Santa Catarina, e o Ministério Público de Santa Catarina solicitou a mudança de competência para o Tribunal do Júri.
Segundo a investigação, após o desaparecimento da corretora, compras teriam sido realizadas com o CPF dela, e os endereços de entrega levaram os policiais a monitorar locais em Florianópolis. Em uma pousada, foram encontradas malas com pertences da vítima, além de itens adquiridos em seu nome e o carro dela, um HB20.
A polícia também apura a possível ligação do caso com um corpo encontrado esquartejado em Major Gercino, no Vale do Rio Tijucas, na Grande Florianópolis. O Ministério Público afirma que há indícios de que a vítima foi morta e teve partes do corpo ocultadas, mas a identificação oficial depende de exames periciais.
Luciani está desaparecida desde 4 de março. A família decidiu registrar ocorrência após receber mensagens suspeitas enviadas do celular dela, com erros gramaticais, além de atitudes consideradas fora do padrão de comportamento da corretora. A investigação segue para esclarecer as circunstâncias do caso.































