Suliana Aparecida Apoittia, de 42 anos, professora e boiadeira, morreu após ser atacada por um enxame de abelhas em uma fazenda próxima à Rodovia Transpantaneira, em uma tragédia que chocou o Pantanal.
Figura respeitada e admirada na região, Suliana dedicava-se há mais de cinco anos ao ensino de crianças e jovens na Escola Jofre Velho, mantida pela ONG Panthera. Fora da sala de aula, ela também se destacava como boiadeira, mostrando força e uma profunda conexão com as tradições pantaneiras.
O ataque fatal aconteceu durante uma tradicional comitiva de gado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, os familiares acionaram imediatamente o resgate, mas a professora não resistiu à intensidade das ferroadas e foi encontrada já sem vida pelos militares.
A notícia da morte de Suliana provocou grande comoção nas redes sociais. Amigos, ex-alunos, fotógrafos e guias de turismo destacaram sua coragem, dedicação e o carinho com que tratava todos no Pantanal. Ela era considerada um símbolo da mulher pantaneira, capaz de manejar livros e cavalos com a mesma maestria.
“Uma perda irreparável para a educação do nosso Pantanal e para a lida pantaneira”, escreveu um guia local em homenagem à professora.
Ainda não há informações confirmadas sobre o velório e sepultamento, que deve reunir amigos, colegas da comunidade escolar e integrantes do meio pecuarista em homenagem à mulher que se tornou referência na região.







































