MATO GROSSO

Presidente da Câmara de VG classifica operação da PF como “fato isolado”

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O presidente da Câmara de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), afirmou que a operação da Polícia Federal deflagrada nesta terça-feira (11) é um “fato isolado” e não envolve diretamente o legislativo municipal. A declaração foi feita em entrevista coletiva na sede da câmara.

Segundo Cerqueira, o caso está sob segredo de justiça e se refere ao período eleitoral, motivo pelo qual a Comissão de Ética da Câmara não deve abrir investigação interna. “Já está sendo investigado pela PF, que é a polícia mais respeitada do país”, declarou.

O vereador informou ainda que a Polícia Federal esteve na Câmara de VG apenas para cumprir mandados de busca nos gabinetes dos vereadores Feitoza (PSB) e Adilsinho (Republicanos), alvos da operação Escambo Eleitoral.

A ação da PF visa combater a compra de votos nas eleições municipais de 2024. Cerca de 16 policiais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso. A investigação começou no dia da eleição, 6 de outubro, quando duas pessoas foram presas em flagrante.

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