O policial federal apontado como autor de ameaças a estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) está afastado por licença médica e ainda não prestou depoimento à Corregedoria da Polícia Federal. Ele responde a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), teve a arma de fogo recolhida e está suspenso de suas funções.
O caso veio à tona após a repercussão de uma suposta “lista de alunas estupráveis”, atribuída a estudantes da instituição. Segundo relatos, colegas dos envolvidos denunciaram o conteúdo após o vazamento de conversas entre alunos dos cursos de Direito e Engenharia Civil.
De acordo com a reitora da UFMT, o policial foi identificado por imagens das câmeras de segurança após comparecer à universidade e fazer ameaças a estudantes. Conforme apurado, ele teria afirmado que, caso o filho não se formasse, os colegas também não se formariam.
Segundo informações divulgadas pelo G1, o policial registrou um boletim de ocorrência alegando que o filho estaria sendo ameaçado por outros estudantes. Esse teria sido o motivo de sua ida ao campus.
O depoimento à Corregedoria da Polícia Federal deverá ocorrer após o término da licença médica. Até o momento, não há previsão para a oitiva do servidor.




























