O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que não se intimida com possíveis ataques durante a corrida eleitoral ao Governo de Mato Grosso e classificou como natural o aumento da tensão política com o senador Wellington Fagundes (PL), apontado como um dos principais nomes na disputa pelo Palácio Paiaguás. Em entrevista à imprensa, Pivetta garantiu que seguirá firme na campanha e descartou qualquer preocupação com críticas dos adversários.
Questionado sobre recentes declarações de Wellington e sobre o aumento do tom dos embates entre os dois, o governador afirmou que sequer acompanha os comentários do senador. Segundo ele, as manifestações do adversário não despertam seu interesse e não influenciam sua atuação política.
“Eu não vi. Eu não sou pautado pelos comentários desse senhor. Ele não me interessa em nada. Nada do que ele fala me interessa. Quero crer que fui apenas incisivo naquilo que falei. Pessoalmente, não disse nada sobre ele”, declarou.
Ao ser perguntado se teme uma campanha mais agressiva ou ataques pessoais ao longo da disputa eleitoral, Pivetta respondeu de forma categórica. O governador afirmou que não se sente vulnerável e garantiu que enfrentará o processo eleitoral sem receio.
“Não tenho medo de nada. Sou um homem livre, não tenho medo de absolutamente nada. Não me sinto vulnerável a nenhum tipo de ataque”, afirmou.
Na avaliação do governador, o aumento da temperatura política é consequência natural de uma eleição disputada. Segundo ele, divergências e críticas fazem parte do debate democrático, especialmente quando há diferenças profundas entre os projetos defendidos pelos candidatos.
“Isso é normal. Quando você pensa no mal que uma determinada pessoa faz, a gente, sem querer, acaba expressando isso na fala. Talvez seja isso que esteja acontecendo”, concluiu o governador.
As declarações reforçam o clima de polarização que começa a marcar a pré-campanha ao Governo de Mato Grosso, com a troca de críticas entre dois dos principais nomes cotados para disputar o comando do Palácio Paiaguás nas eleições deste ano.






























