A Justiça concedeu medidas protetivas de urgência a Ana Paula Meridiane Peixoto de Azevedo, mãe de Emelly Azevedo Sena, 16, e à bebê retirada do ventre da adolescente. A decisão foi tomada após Ana Paula receber ligações e mensagens anônimas sobre a criança, o que lhe causou temor.
A juíza Edna Ederli Coutinho, do Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO), determinou que os investigados pela morte de Emelly estão proibidos de se aproximar ou entrar em contato com a avó e a bebê. A restrição inclui um raio de mil metros e qualquer forma de comunicação, sob pena de prisão preventiva.
O crime, investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, teria sido motivado pela intenção dos suspeitos de obter a posse da criança. A principal acusada, Nataly Helen Martins Pereira, confessou o crime e segue presa, enquanto outros três investigados foram soltos, mas continuam sob apuração.
Na decisão, a magistrada destacou a necessidade da proteção imediata para garantir a segurança da avó e da bebê, reforçando que novas ameaças podem ocorrer.
















