MATO GROSSO

Justiça suspende ação de feminicídio de Gabrieli até exame mental de PM réu confesso

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A ação que apura o feminicídio de Gabrieli Daniel de Souza, 31, foi suspensa temporariamente até a realização do exame de insanidade mental do réu, o policial militar Ricker Maximiano de Moraes. Ele confessou ter assassinado a esposa com um tiro na cabeça em 25 de maio, na casa onde moravam, enquanto os filhos do casal estavam no local. Após o crime, o policial levou as crianças para a casa dos avós.

A defesa alegou desequilíbrio emocional e pediu a instauração de incidente de insanidade mental, ainda sem data marcada pelo juiz do caso. Uma audiência de instrução foi realizada em agosto, com depoimentos de testemunhas, familiares e do próprio acusado, mas a pronúncia do réu, etapa que define se ele irá a júri popular, só ocorrerá após a conclusão do exame.

A defesa sustenta que Ricker possui transtornos mentais e juntou laudos particulares ao processo. Ele permanece preso em Chapada dos Guimarães. Os filhos do casal foram para o Pará, morar com os avós maternos, que disputam judicialmente a guarda com os pais do policial.

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No dia do crime, Gabrieli foi encontrada pela Polícia Militar já sem vida na cozinha da casa, com marcas de tiros de pistola. Ricker fugiu com os filhos e se entregou no dia seguinte à DHPP, afirmando arrependimento. Em julho, ele foi condenado a 12 anos e 10 meses de prisão por tentativa de homicídio qualificado contra um adolescente em 2018, caso em que a vítima ficou com sequelas permanentes.

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