MATO GROSSO

OPERAÇÃO CONTRAPROVA

Juíza mantém prisão preventiva de biomédico investigado por fraude em laboratórios em MT

Montagem: reprodução

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A juíza Edna Ederli Coutinho determinou a prisão preventiva de Igor Phelipe Gardes Ferraz, biomédico e sócio da polêmica Bioseg Medicina Laboratorial, alvo da Operação Contraprova da Polícia Civil nesta sexta-feira (15). A empresa está sob investigação por fraudes em exames laboratoriais, levantando suspeitas de que pacientes podem ter sido prejudicados por resultados manipulados. O caso vem causando alarme no setor de saúde e acende sinais de alerta sobre a integridade de testes médicos no estado.

 

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O biomédico Igor Phelipe Gardes Ferraz, sócio da empresa investigada por fraude em exames laboratoriais, teve a prisão preventiva mantida nesta sexta-feira (15), durante audiência de custódia. Ainda não se sabe para qual penitenciária ele será levado.

As investigações, iniciadas em abril, começaram após denúncia à Vigilância Sanitária de Cuiabá de que Igor estaria falsificando resultados de exames, colocando pacientes em risco. Na ocasião, o laboratório foi interditado e o sócio chegou a ser preso em flagrante, chocando a comunidade científica e os clientes da unidade.

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O laboratório, com unidades em Cuiabá, Sinop e Sorriso, coletava amostras de pacientes, incluindo secreções de home care, e prometia exames de COVID-19, toxicológicos, sífilis, HIV e hepatites.

Mas a investigação revelou uma fraude assustadora: nenhum exame era realmente realizado. As amostras eram descartadas, enquanto os laudos eram forjados pelo sócio responsável técnico, o que colocava a saúde dos pacientes em risco extremo.

O biomédico Igor, exonerado nesta sexta-feira (15), ocupava cargo comissionado no gabinete do vereador Gustavo Padilha (PSB) na Câmara de Cuiabá, com salário de R$ 2,2 mil para 30 horas semanais como assessor parlamentar externo.

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