O ex-secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, celebrou o anúncio da construção do novo Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande, projeto concebido durante sua gestão. Orçada em R$ 270 milhões, a unidade substituirá a atual estrutura municipal e ampliará significativamente a capacidade de atendimento na região metropolitana de Cuiabá, com impacto direto na rede pública de saúde.
A proposta prevê a construção de um hospital moderno, equipado para atender demandas de média e alta complexidade, com 312 leitos de enfermaria, 30 leitos de UTI adulto, 10 leitos de UTI pediátrica, 10 salas cirúrgicas, centro de imagem, ambulatório, pronto atendimento adulto e pediátrico, ala de emergência e heliponto para remoções e atendimentos de urgência. Ao todo, serão incorporados 352 novos leitos à rede pública hospitalar, fortalecendo o atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
A obra representa mais uma etapa do trabalho conduzido por Gilberto Figueiredo, marcado pela maior expansão da rede pública de saúde de Mato Grosso, seja por meio de obras estruturantes, seja pela ampliação da assistência hospitalar.
Defensor da necessidade de uma nova estrutura hospitalar para Várzea Grande, Gilberto Figueiredo atuou para que o projeto se tornasse realidade. A atual unidade hospitalar do município funciona de forma inadequada e em condições consideradas “deprimentes”, aponta o ex-secretário. A avaliação reflete um problema histórico da saúde pública várzea-grandense. Durante décadas, o Hospital e Pronto-Socorro Municipal operou acima da capacidade, atendendo não apenas moradores da cidade, mas também pacientes encaminhados de diversos municípios da região.
“A segunda maior cidade do Estado merece, há muito tempo, um hospital de excelência. Um hospital totalmente novo e moderno, que ofereça conforto e eficiência para a população de Várzea Grande em cada atendimento”, ressalta Gilberto Figueiredo.
Expansão da estrutura
O lançamento do novo Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande se insere no contexto de expansão da infraestrutura de saúde em Mato Grosso. Quando concluída, a unidade deverá se tornar uma das maiores estruturas hospitalares públicas do Estado, ampliando a oferta de atendimento para milhares de moradores da região metropolitana e consolidando um ciclo de investimentos que transformou a capacidade hospitalar mato-grossense ao longo dos últimos anos.
Entre 2019 e 2026, a gestão de Gilberto Figueiredo foi marcada por uma política de fortalecimento da rede hospitalar pública, com foco na ampliação de leitos, modernização de unidades e descentralização dos serviços especializados.
Desde 2019, a política de expansão hospitalar ganhou escala inédita no Estado. A estratégia buscou reduzir a dependência de Cuiabá e levar atendimento de média e alta complexidade para o interior, fortalecendo polos regionais de saúde.
Logo após assumir a Secretaria, em 2019, Gilberto Figueiredo reabriu a Santa Casa de Cuiabá, que havia fechado em razão de uma grave crise financeira, e articulou a compra definitiva da unidade. A aquisição foi concretizada pelo Governo do Estado em junho de 2026.
Entre as principais ações conduzidas por Gilberto Figueiredo estão a retomada das obras do Hospital Central de Cuiabá após 34 anos — unidade que será administrada pelo Hospital Israelita Albert Einstein —, a construção dos novos hospitais regionais de Confresa, Juína e Tangará da Serra, a entrega do Hospital Estadual Alto Tapajós, em Alta Floresta, e a retomada das obras do Hospital Universitário Júlio Müller.
Também foram fortalecidas as estruturas hospitalares regionais de Cáceres, Sinop e Rondonópolis.
Da Assessoria.






































