MATO GROSSO

Após morte e agressões, UFMT anuncia medidas emergenciais de segurança

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Diante de uma série de episódios violentos ocorridos em apenas uma semana, a reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Marluce Silva, anunciou nesta quinta-feira (31) um pacote de medidas emergenciais para reforçar a segurança no campus.

As ações incluem a instalação de 600 câmeras externas, vigilância 24h em guaritas, botão do pânico, fechamento de acessos alternativos e policiamento interno em parceria com a Secretaria de Segurança Pública.

A decisão vem após três mulheres serem agredidas nas dependências da universidade, entre elas, Solange Aparecida Sobrinho, 52, encontrada morta no último dia 24 com sinais de violência sexual e marcas de asfixia no pescoço.

“Estou muito assustada”, relatou uma estudante assediada no campus à noite por um homem de 47 anos, preso nesta quarta-feira (30).

Durante reunião com representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centros Acadêmicos, Marluce acatou sete das dez demandas apresentadas.

Ela afirmou que o orçamento limitado da instituição impede o aumento imediato no contingente de segurança, composto hoje por apenas 20 vigilantes e 38 porteiros em revezamento.

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Segundo a reitora, parte das entradas será fechada para evitar o acesso de “pessoas estranhas”, como ela classificou. “Eles entram na universidade, usam o banheiro e a outra pessoa entra e eles trocam lá”, disse, se referindo ao uso dos sanitários como pontos de tráfico.

O botão do pânico, que poderá ser instalado nos celulares dos alunos, deve começar a ser implantado em até 25 dias. Até lá, a gestão da UFMT promete manter o diálogo com a comunidade acadêmica e avaliar novas ações para conter o avanço da violência no campus.

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