O ex-governador Mauro Mendes (União) saiu em defesa do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e afirmou que a participação do governo federal na Ferrovia Estadual Senador Vicente Emílio Vuolo se limitou ao financiamento por meio do BNDES. A declaração foi dada durante o evento de oficialização de sua pré-candidatura ao Senado, em meio às críticas do senador Carlos Fávaro (PSD), que acusou o Estado de não reconhecer a contribuição da União para a obra.
Segundo Mauro, o recurso disponibilizado pelo banco federal trata-se de um empréstimo que será pago pela concessionária com juros e correção monetária. Ele destacou que o modelo de concessão, os editais e a execução do projeto foram conduzidos exclusivamente pelo Governo de Mato Grosso. “A única participação que o governo federal teve naquela ferrovia foi do financiamento”, afirmou.
O ex-governador também minimizou a disputa sobre a autoria da obra e ressaltou que o mais importante é o benefício que a ferrovia trará para a população e para o escoamento da produção estadual. “Eu não vou ficar brigando aí, porque a verdade todo mundo sabe. Eu fico feliz é com a obra”, declarou.
Com investimento estimado em R$ 5 bilhões, o primeiro trecho da Ferrovia Senador Vicente Emílio Vuolo foi inaugurado no último sábado (20), ligando Rondonópolis ao terminal localizado em Dom Aquino. Quando concluída, a ferrovia terá 740 quilômetros de extensão, passando por 16 municípios até Lucas do Rio Verde, além de um ramal para Cuiabá.






































