MATO GROSSO

ALERTA POLÍTICO

Coronel Assis reage a atentado e fala em “padrão maligno” de violência com motivação política

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O deputado federal Coronel Assis (PL) usou suas redes sociais, na última semana para fazer um pronunciamento contundente após mais um atentado registrado ao presidente dos EUA, em curto intervalo de tempo. Em tom de alerta, ele afirmou que os episódios não são coincidência e apontou a existência de um “padrão maligno” nas tentativas de assassinato com viés político.

 

Segundo Assis, o caso mais recente revela sinais claros de planejamento e frieza. O parlamentar destacou que o autor teria deixado explícito que mirava integrantes do governo dos Estados Unidos, mencionando desde autoridades de alto escalão até níveis mais baixos. Ainda de acordo com ele, o suspeito teria debochado do esquema de segurança, afirmando que entrou armado em um hotel sem ser percebido.

 

Outro ponto enfatizado pelo deputado foi o que classificou como “ódio visceral” direcionado a cristãos. Para ele, esse tipo de posicionamento revela uma radicalização perigosa, que ultrapassa o campo do debate político e atinge valores como fé, família e liberdade. “Quando não conseguem vencer no argumento, partem para a eliminação física”, afirmou.

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Durante a publicação, Assis também relembrou episódios de violência política, citando o atentado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018 e casos internacionais, como o assassinato de um candidato no Equador. Na avaliação do parlamentar, esses घटनários fazem parte de uma lógica que ignora a democracia e aposta na desumanização do adversário.

 

O deputado ainda chamou atenção para o nível de radicalização de alguns indivíduos, mencionando declarações do atirador sobre o uso de munição e a disposição de atingir qualquer pessoa que se aproximasse dos alvos. Para ele, esse tipo de discurso demonstra um grau elevado de doutrinação e intolerância.

 

Ao final, Coronel Assis reforçou o tom de alerta, afirmando que episódios como o ocorrido recentemente servem como um aviso global. Ele defendeu vigilância constante e afirmou que a história tende a se repetir quando sinais de extremismo são ignorados.

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