O presidente do PL em Cuiabá, Ananias Filho, afirmou que a nova fase da operação contra o vereador Chico 2000 não atinge o partido, uma vez que o ex-parlamentar já havia recebido carta de anuência para deixar a sigla em fevereiro deste ano.
“A relação com Chico permanece igual tal qual estava em fevereiro”, declarou Ananias.
Chico 2000 está afastado do cargo desde 29 de abril, acusado, junto com o vereador Sargento Joelson (PSB), de solicitar propina a um funcionário da empresa responsável pelas obras do Contorno Leste.
Em troca, os parlamentares teriam viabilizado a aprovação de um projeto de lei que permitiu pagamentos da Prefeitura em 2023.
Nesta terça-feira (30), policiais realizaram buscas na Câmara de Cuiabá para verificar se os vereadores afastados descumpriram a medida cautelar que os impede de frequentar a Casa de Leis.
“O processo é pessoal, não partidário. Ele [Chico] já estava desvinculado do PL pela carta de anuência assinada por mim, Valdemar da Costa Neto e Benedito Lucas”, reforçou Ananias.
Ele também evitou avaliar se uma eventual cassação seria positiva ou negativa para o grupo, destacando que ainda não há processo de afastamento em andamento.
Mesmo afastados, Chico 2000 e Sargento Joelson continuam recebendo salário normalmente. Enquanto o primeiro já teve recursos negados para retornar ao mandato, o segundo ainda não tentou reverter a decisão judicial.



































