MATO GROSSO

Mendonça acelera inquérito do Master e causa atrito na PF

O GT acompanhará irregularidades como a venda de carteiras de crédito do Banco Master ao Banco Regional de Brasília (BRB) no valor de R$ 12,2 bilhões. O emedebista Baleia Rossi defendeu uma ampla investigação “doa a quem doer”. (Foto: Rafaela Araújo / Folhapress)

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O ministro André Mendonça tem dado novo ritmo às investigações do inquérito do Master, elogiado pela Polícia Federal, e nesta segunda-feira (23) fará reunião com os delegados do caso para definir próximos passos, incluindo novas diligências.

Apesar do avanço, a cúpula da PF não concordou com a decisão do ministro de proibir o compartilhamento de informações e dados do inquérito com superiores hierárquicos, incluindo o diretor-geral Andrei Passos Rodrigues. A medida restringe o acesso da alta direção da PF às investigações, o que gerou descontentamento interno.

O modelo adotado por Mendonça é semelhante ao usado por ele no inquérito do Instituto Nacional do Seguro Social, em que limitou o compartilhamento de dados após suspeita de vazamentos sobre fraudes contra aposentados e pensionistas.

Segundo investigadores, a decisão é vista internamente como uma espécie de proibição para que a direção da PF “acompanhe” diretamente as investigações, mantendo o controle das diligências exclusivamente com os delegados responsáveis pelo caso.

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