Lideranças da oposição e do centrão, como PP, União Brasil, PSD e PL, querem acelerar a votação da proposta de anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A expectativa é que o requerimento de urgência seja votado já na terça-feira (16), com análise do mérito na quarta. No entanto, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aliado de Lula, tem segurado a tramitação, temendo que o alcance “amplo, geral e irrestrito” do projeto provoque reação do Supremo Tribunal Federal (STF) e não seja aprovado no Senado.
O debate ganha força diante da condenação de Bolsonaro a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista, pena maior que o total de 26 anos somados das sentenças aplicadas ao presidente Lula na Lava Jato. Enquanto isso, na CPMI do INSS, o PDT e PT ainda não ocuparam as cadeiras de suplentes, e o ex-ajudante de Bolsonaro, Mauro Cid, tenta no STF a retirada da tornozeleira eletrônica após cumprir dois anos de pena.
A sentença contra Bolsonaro é vista por aliados como “suprema perseguição”, mas também provoca críticas no meio jurídico. O ministro aposentado do STF Marco Aurélio Mello classificou a participação do presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, no julgamento como “extravagante”. Nos bastidores, Lula afirmou que as provas contra Bolsonaro eram “fartas”.
Em paralelo, a produção de grãos no Distrito Federal teve alta de 18,1% na safra 2024/2025, enquanto o programa social Pé-de-meia gastou quase R$ 800 milhões em janeiro, apesar de dados desatualizados no Portal da Transparência. Uma curiosidade histórica ressurge com a lembrança do ex-presidente Jânio Quadros em 1989, que expressou indignação com mulheres fazendo topless, mas depois cogitou um mergulho na mesma praia.






































