A juíza Raissa da Silva Santos Amaral, da 4ª Vara Criminal de Cáceres, manteve a prisão temporária de Luiz Gustavo de Almeida Silva, preso durante a Operação Tiger Hunt, que investiga uma quadrilha envolvida em lavagem de dinheiro, estelionato e fraudes com jogos ilegais, especialmente o “Jogo do Tigrinho”.
Durante a audiência de custódia na segunda-feira (9), a magistrada indeferiu o pedido de revogação feito pela defesa e determinou a regularização da prisão. Influenciador digital, Luiz Gustavo se apresentava nas redes como “gamer profissional” e foi alvo de busca e apreensão, que resultou na retenção de uma Hilux, moto aquática, celular e computador.
Segundo a polícia, ele e outros influenciadores utilizavam versões falsas do jogo para exibir vitórias fraudulentas e atrair apostadores. Também foram identificadas práticas de compra de CPFs de pessoas vulneráveis, usados para lavagem de dinheiro.
O patrimônio do grupo investigado cresceu de forma expressiva nos últimos meses, com aquisição de imóveis, carros de luxo, joias e viagens, revelando o alcance da fraude promovida pela organização criminosa.







































