Em entrevista ao 2° episódio do podcast POD RDM, da Rede de Mídias (RDM), o vereador de Cuiabá Rafael Ranalli (PL) afirmou que não se arrepende de ter exibido uma arma durante a convenção do Partido Liberal (PL) no ano passado, que oficializou a candidatura do atual prefeito Abílio Brunini (PL). No entanto, reconheceu que o gesto foi impulsivo.
“É comum a pessoa fazer uma coisa no rompante e querer se desculpar. Eu estou assumindo que foi no rompante. Posso dizer que poderia não ter feito, mas me arrepender do que eu fiz na explosão, não dá para se arrepender”, disse o parlamentar.
O episódio, que ganhou repercussão nacional, resultou em um processo interno na Polícia Federal, onde Ranalli segue atuando.
“Não teve maldade nenhuma, não denegriu o órgão [PF]. Muito pelo contrário, o Ministério Público Federal já deu uma nota que não houve comprometimento da minha profissão ou da minha função. Mesmo assim, ainda tem o procedimento interno que eu devo responder.”
Ainda durante a entrevista ao podcast, Ranalli defendeu a derrubada da inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente impedido de concorrer a cargos públicos até 2030 por decisão do TSE. O caso tem sido alvo de discussões no Congresso, com aliados do PL pressionando por uma revisão jurídica ou medida legislativa para reverter a situação.
O vereador também comentou que apoia os pedidos de anistia para envolvidos nos protestos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, tema que tem sido defendido por deputados do PL.
Ele também comentou o escândalo dos R$ 130 bilhões desviados do INSS, que inclui consignados irregulares e saques não autorizados. O caso, que ganhou destaque na mídia este mês, está sob investigação e já levou à abertura de inquéritos no Ministério Público e na PF.
Assista à entrevista completa no YouTube:































