MATO GROSSO

BATALHA PELO PAIAGUÁS

Wellington provoca Pivetta, contesta posição na direita e manda recado nas redes

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O clima esquentou de vez na corrida pelo Palácio Paiaguás. O senador e pré-candidato ao governo Wellington Fagundes (PL) partiu para o ataque e não poupou críticas ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), após o cenário político ganhar novos contornos com o apoio público de Flávio Bolsonaro ao seu nome para o governo e ao de José Medeiros ao Senado.

 

A movimentação ganhou ainda mais repercussão depois que o então candidato a governador usou suas redes sociais para se posicionar de forma direta e contundente, reforçando sua ligação com o PL e deixando claro que não pretende dividir protagonismo dentro do campo da direita no estado.

 

Ao ser confrontado sobre a presença de Pivetta no mesmo espectro político, Wellington reagiu com ironia e questionamentos incisivos sobre o histórico do adversário. “Quem falou que o Pivetta é de direita? Do PDT, brizolista, apoiou Pedro Taques e agora renega. Eu sou PL desde que me filiei a primeira vez, em todas as minhas candidaturas”, disparou, em tom de crítica aberta.

 

Mesmo elevando o tom, o senador afirmou que não pretende impedir que Pivetta suba no mesmo palanque de Flávio Bolsonaro, mas deixou claro que vê incoerência na postura do rival, acusando-o de tentar “reconstruir” sua imagem política conforme a conveniência do momento.

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Em suas declarações — inclusive reforçadas nas redes sociais — Wellington também buscou se blindar de críticas sobre seu próprio passado político. Admitiu alianças anteriores, mas fez questão de contextualizar. “Eu quero que o presidente Flávio tenha apoio de todos, só não pode ter hipocrisia. Eu nunca neguei minhas filiações. O PL sempre seguiu decisões nacionais e eu sempre acompanhei isso aqui no Mato Grosso”, justificou.

 

O embate ganhou ainda mais tensão quando o senador cobrou seriedade nas falas recentes de Pivetta, que tem feito acusações genéricas sobre supostas negociatas envolvendo parlamentares, sem citar nomes. Para Wellington, a estratégia faz parte de um jogo político para desgastar adversários.

 

Encerrando o recado em tom duro, ele disparou uma frase que ecoou nos bastidores: “Quem mente e quem fala asneira, com certeza… cuspiu para cima, cai na cara”. A declaração reforça o clima de confronto direto que deve marcar a disputa eleitoral nos próximos meses.

 

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