A Justiça negou o pedido da defesa de Nataly Helen Martins Pereira, acusada de matar a jovem Emelly Azevedo Sena e retirar o bebê de seu ventre, para que fosse instaurado um incidente de insanidade mental. A defesa alegava que Nataly sofre de distúrbios mentais e tentava declarar sua inimputabilidade penal.
O crime aconteceu em março, em Várzea Grande. Nataly foi presa em flagrante após aparecer em um hospital com o recém-nascido, afirmando falsamente que havia dado à luz em casa. Exames constataram que ela nunca esteve grávida. Em seguida, a Polícia descobriu o corpo de Emelly enterrado no quintal de uma residência no bairro Jardim Florianópolis.
Durante a resposta à acusação apresentada à 14ª Vara Criminal de Cuiabá, os advogados afirmaram que Nataly tem residência fixa, é mãe de três filhos e não possui antecedentes criminais. Também mencionaram um episódio de estupro ocorrido em 2011, que teria desencadeado distúrbios psicológicos.
Apesar das alegações, a Justiça indeferiu o pedido de exame psiquiátrico. Nataly permanece presa e responde por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e subtração de incapaz.



























