MATO GROSSO

Coronel Assis critica atuação do MST em ajuda à Venezuela e cobra fiscalização de recursos

Foto: Assessoria

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O deputado federal Coronel Assis (PL-MT) abriu uma nova frente de críticas contra o governo federal após questionar a participação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em ações de apoio à Venezuela após o terremoto que atingiu o país. O parlamentar afirmou que operações de ajuda humanitária deveriam ser conduzidas por equipes especializadas em resgate e assistência, e acusou o movimento de ser “instrumentalizado pelo PT” em uma iniciativa que, segundo ele, exige maior fiscalização.

Na avaliação de Coronel Assis, o governo federal estaria utilizando a tragédia humanitária para fortalecer um movimento que, segundo ele, deveria ser submetido a maior fiscalização quanto à utilização de recursos públicos.

“A ajuda humanitária exige engenharia, logística, hospitais de campanha, transporte, comunicação, equipes de salvamento e profissionais treinados. O Brasil possui instituições preparadas para isso, como as Forças Armadas e os Corpos de Bombeiros Militares. Não faz sentido colocar um movimento social para exercer uma função que exige preparo técnico.”

O parlamentar afirmou que o Brasil possui histórico de atuação em missões internacionais de assistência humanitária e que esse papel sempre foi desempenhado por órgãos especializados do Estado.

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“Foi assim em diversas missões internacionais. O país tem capacidade técnica para prestar auxílio por meio de instituições preparadas. É esse modelo que deve prevalecer quando vidas humanas estão em risco.”

Coronel Assis também anunciou que pretende solicitar informações ao governo federal sobre eventual utilização de recursos públicos destinados às ações envolvendo o MST.

“Vou questionar formalmente o governo e exigir total transparência sobre qualquer recurso público empregado nessa iniciativa. O dinheiro do contribuinte precisa ser fiscalizado e sua aplicação deve obedecer aos princípios da legalidade e da transparência.”

O deputado lembrou ainda que é autor de projeto de lei que busca exigir personalidade jurídica formal para o MST, com o objetivo de ampliar os mecanismos de fiscalização sobre recursos eventualmente destinados ao movimento.

“Apresentei esse projeto justamente para que haja instrumentos legais de controle e fiscalização. Quem recebe recursos públicos deve prestar contas à sociedade.”

Para Coronel Assis, o momento exige que o governo federal priorize ações humanitárias conduzidas por estruturas estatais capacitadas.

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“Solidariedade internacional é importante, mas precisa ser feita com responsabilidade, planejamento e por quem possui capacidade técnica para atuar em cenários de desastre. O Brasil tem profissionais altamente qualificados para isso e deve utilizá-los sempre que necessário.”

Segundo o parlamentar, a fiscalização sobre a atuação do governo continuará sendo uma das prioridades de seu mandato, especialmente em temas que envolvam a aplicação de recursos públicos e a transparência administrativa.

 

Da Assessoria.

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