MATO GROSSO

ELEIÇÕES 2026

Cientista político aponta segundo turno e disputa fragmentada em MT

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O tabuleiro político de Mato Grosso já está em movimento, e, segundo o cientista político Haroldo Arruda Junior, as eleições do próximo ano começaram muito antes do calendário oficial. Nos bastidores, nomes conhecidos da política estadual se movimentam intensamente, testam alianças e reposicionam estratégias, antecipando uma disputa que promete ser uma das mais acirradas dos últimos anos.

 

Haroldo aponta que a pré-candidatura de Wellington Fagundes ao governo do Estado já está consolidada dentro do PL, enquanto Otaviano Pivetta mantém seu nome em circulação, buscando viabilidade política e sustentação partidária. Jaime Campos também aparece no radar, articulando possibilidades de composição de chapa e avaliando cenários que podem incluir sua esposa, Lucimar Campos, como peça estratégica. Para o cientista político, essas movimentações revelam que o jogo está longe de ser definido.

 

No campo da disputa nacional, Haroldo destaca que a indicação de Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República impacta diretamente o cenário local. Filiado ao PL, Flávio passa a ser um polo de atração para lideranças mato-grossenses e pode influenciar alianças tanto para o governo quanto para o Senado. Do outro lado do espectro ideológico, nomes como Carlos Fávaro e Nathália Slhessarenko despontam como referências da esquerda no estado, reforçando a continuidade da polarização no pleito estadual.

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Para Haroldo Arruda Junior, o cenário aponta claramente para um segundo turno e para uma disputa fragmentada, marcada por rejeições, desgaste político e um eleitorado cada vez mais atento. Ele alerta que popularidade momentânea não garante vitória e que figuras como Mauro Mendes, apesar da força administrativa, enfrentarão desafios significativos caso avancem para o Senado.

 

“As eleições do ano que vem não serão decididas apenas por pesquisas ou discursos, mas pela capacidade de articulação, enfrentamento e coerência política”, avalia o cientista, ao afirmar que Mato Grosso viverá uma disputa intensa, imprevisível e decisiva.

 

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