Após reunião com o vice-presidente Geraldo Alckmin, Nelsinho informou que será criado um grupo de trabalho para discutir medidas de proteção a produtores brasileiros que possam ser impactados pelo acordo. O colegiado deve reunir técnicos do governo, do Senado e membros da CRE. “Não há outro caminho a não ser proporcionar condições favoráveis para que esse acordo, de uma vez por todas, possa entrar em vigor”, declarou.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) destacou a necessidade de salvaguardas para setores como vinho e leite, mas avaliou que o tratado elevará o padrão de competitividade. “O acordo, como um todo, eleva a régua e vai ser bom para o Brasil e para o setor agrícola a médio prazo”, afirmou.
Alckmin classificou o acordo como uma “enorme oportunidade de vender produtos brasileiros e atrair investimentos para o Brasil”. Segundo ele, o comércio exterior é fundamental para a geração de emprego e renda. “Algumas indústrias não sobrevivem sem o comércio exterior. O comércio exterior é emprego, renda e oportunidade. Estamos otimistas”, disse.














