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Disputa pelo Senado em 2026, tensões partidárias, símbolos históricos da Capital, economia do turismo e clima no centro da agenda catarinense.

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Política estadual: o Senado vira campo minado

As declarações cruzadas entre o PL e o PP colocaram a disputa ao Senado no centro do noticiário político catarinense. O presidente do PP negou que exista acordo com o PL que inviabilize a candidatura de Carol De Toni, enquanto a própria deputada afirmou publicamente que o entendimento entre os partidos, na prática, não admite sua entrada na corrida.

O ruído expõe mais do que um desencontro de versões. Revela que o Senado virou peça sensível no tabuleiro de 2026 e que decisões estratégicas estão sendo amadurecidas longe do debate público. Quando lideranças precisam negar acordos que “não existem”, normalmente é porque eles estão em negociação avançada demais para serem ignorados — e cedo demais para serem assumidos.

Federações sob pressão: unidade em teste

O episódio evidencia a fragilidade das federações partidárias diante de disputas reais de poder. O PP tenta preservar protagonismo sem romper pontes. O PL busca ampliar espaço sem produzir fissuras internas ruidosas. No meio disso, lideranças individuais passam a medir o custo de permanecer alinhadas ou de tensionar publicamente.

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Federações funcionam bem no papel. Na prática, elas são testadas quando cargos majoritários entram em jogo. E o Senado é exatamente esse tipo de teste.

Florianópolis: Mercado Público completa 127 anos

O Mercado Público de Florianópolis completa hoje 127 anos como um dos principais símbolos da cidade. Mais do que um espaço comercial, o Mercado representa identidade, memória e convivência urbana. Poucos equipamentos públicos atravessam tanto tempo mantendo relevância cotidiana.

Ao mesmo tempo, a data convida à reflexão sobre preservação, uso e futuro. O Mercado já passou por reformas, debates e conflitos sobre ocupação e gestão. Celebrar a história é importante, mas manter vitalidade, segurança e integração com a cidade é o verdadeiro desafio.

Florianópolis: caso Orelha segue como pano de fundo institucional

Mesmo fora do centro das manchetes políticas hoje, o caso da morte do cão comunitário Orelha continua repercutindo como referência de um problema maior: os limites da legislação diante de crimes de extrema crueldade. O pedido de internação do adolescente responsável mantém o tema vivo no debate jurídico e social.

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O caso deixou uma marca clara na Capital e segue como ponto de cobrança permanente sobre instituições.

Economia: turismo e conectividade como discurso de desenvolvimento

A ampliação de voos internacionais a partir de Florianópolis continua sendo tratada como ativo estratégico. A Capital consolida seu papel como porta de entrada internacional do estado, reforçando o discurso de crescimento via turismo e negócios.

O desafio segue sendo transformar conectividade em desenvolvimento distribuído, evitando concentração excessiva de ganhos.

Clima: risco permanente exige gestão contínua

Os alertas de instabilidade climática permanecem no radar da Defesa Civil. Chuvas intensas, ventos e alagamentos já não são exceção e seguem pressionando municípios e governo estadual a operar em regime de atenção constante.

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