STF ganha apoio de ex-presidente da República em meio à crise com o Planalto

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Já deu

Os constantes ataques em protestos contra o Supremo tribunal Federal chegaram ao limite extremo. Já deu né? A indignação é tanta que chegou aos ex-presidentes das República José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer. Pelas redes sociais eles se manifestaram contra aos ataques sofridos e em respeito às instituições republicanas.

Saiu da casinha

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) encaminhou ao STF um pedido de prisão temporária ou preventiva do ministro da Educação, Abraham Weintraub. O parlamentar também solicita o afastamento imediato de Weintraub do comando da pasta, além da realização de busca e apreensão de celulares e computadores dele. A ação se baseia em manifestação do ministro no domingo (14), quando ele se encontrou com manifestantes bolsonaristas. Pode isso?

 
Imagem desgastada

De fato, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, está com a imagem desgastada. A situação dele é tão crítica que o presidente Jair Bolsonaro já ventila a possibilidade de tirá-lo da pasta. Aqui em Brasília corre rumores dessa possível saída desde a semana passada. Opositores e aliados do ministro, incluindo os filhos do presidente, apresentam seus argumentos contra e a favor a permanência dele à frente da pasta.

Saída estratégica

Aliados do presidente Jair Bolsonaro alegam que a demissão de Weintraub é essencial para o Planalto construir uma trégua com o Supremo Tribunal Federal e Congresso. Eles argumentam que o ministro é um gerador de crises desnecessárias em um momento em que o presidente, pressionado por pedidos de impeachment e inquéritos que podem levar à cassação do mandato, tenta diminuir a tensão na Praça dos Três Poderes.

Da Caserna

Um grupo de militares aqui de Brasília divulgou um novo manifesto contra o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento foi publicado em meio a mais uma crise entre o governo de Jair Bolsonaro e o Supremo, após o ministro Luiz Fux conceder liminar, afirmando que não cabe às Forças Armadas exercer Poder Moderador na República. Todos os 60 militares que assinaram o documento são da reserva da Marinha, Exército e Aeronáutica.

O fim dos 300

organiza ações que violam Lei de Segurança Nacional e as consequentes prisões de seis pessoas ligadas ao movimento esquentaram o cenário político aqui em Brasília nessa segunda-feira (15). A PGR indicou que o objetivo das prisões temporárias feitas pela Polícia Federal é ouvir os investigados e reunir informações de como funciona o esquema criminoso. Quem não gostou nadica de nada foi o presidente Jair Bolsonaro. Todos os seis presos são considerados aliados do Planalto.

Deu voz

Após a Polícia Federal (PF) prender a militante bolsonarista Sara Winter e buscar outros cinco líderes do “300 do Brasil”, o ex-ministro Sérgio Moro ganhou voz e apareceu de novo nas redes sociais. Ele afirmou em publicação no Twitter que a “prisão de radicais” que ameaçam o Supremo Tribunal Federal e seus ministros é correta. “A liberdade de expressão protege opiniões, mas não ameaças e crimes. O debate público pode ser veemente, mas não criminoso”, declarou o ex-juiz da Lava Jato.

Vai arder

Em meio a prisão de extremistas, ataques ao Supremo Tribunal Federal e fechamento da Esplanada dos Ministérios, a Polícia Militar do DF vai comprar mais gás de pimenta. No Diário Oficial do DF desta segunda-feira (15), a corporação anuncia a aquisição de 2,3 toneladas do produto a um custo de R$ 901 mil. Ou seja: A PM vai botar pra quebrar, ou melhor, pra arder.

Efeito Covid

Um dos pontos de encontro de Brasília, o restaurante e bar Bierfass, localizado no centro comercial Gilberto Salomão, no Lago Sul, uma regiões mais nobres e concorridas de Brasília, fechou as portas de vez. O restaurante que funcionava em um espaço próprio, comprado há muitos anos, foi fundado em 1969, sendo o terceiro mais antigo da capital. Cá entre nós, o lugar era muito aconchegante. Lamentei!

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