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Nininho minimiza racha no União e aposta em alinhamento entre Botelho e Fábio Garcia

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Deputado lembra que a desunião pode beneficiar os adversário políticos na disputa pela Prefeitura da Cuiabá

Por Renan Marcel, Leiagora

De volta aos trabalhos na Assembleia Legislativa após uma licença de quatro meses, o deputado Nininho (PSD) aposta em um alinhamento dentro do União Brasil para a definição do melhor nome do partido para as eleições municipais em Cuiabá no próximo ano. O parlamentar minimiza o clima de racha na legenda gerida pelo governador Mauro Mendes e faz um alerta: “Política é a arte de somar. Se dividir, corre o risco de deixar para o adversário”.

A disputa no União é entre o presidente da AL, deputado Eduardo Botelho, e o deputado federal e agora secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia. Como este último detém o favoritismo de Mauro, Botelho tem sido “forçado” a buscar a viabilidade de sua candidatura em outras legendas e já recebeu convites de filiação do PSB, PSD, Republicanos e MDB. Além disso, ainda foi ventilada a possibilidade, hoje remota, de Botelho ingressar no “Mais Brasil”, que poderá ser criado da fusão entre Patriota e PTB.

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“Particularmente, eu acredito muito que não vai haver esse racha dentro do União Brasil. Quero crer ainda que vai ter alinhamento lá na frente”, disse Nininho. O deputado avalia que neste momento os dois nomes, sobretudo Botelho, estão se colocando como pré-candidatos e dizendo que não recuam porque essa é a estratégia para consolidar o projeto.

“Ninguém é candidato de si próprio, ninguém é candidato para perder. Se lá na frente fizer uma pesquisa e tiver mudança no cenário vai se entender que esse ou aquele é melhor. Você tem que dizer nesse momento que é candidato para se firmar. Mas lá na frente a pesquisa vai dizer quem está no melhor momento”.

O adversário 

Sendo Botelho ou Fábio Garcia, ao que tudo indica, o principal adversário na disputa pela prefeitura será o deputado federal Abilio Brunini, do PL. Ele disputou o cargo contra o atual prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB), em 2020 e levou o embate para o segundo turno.

Com perfil bolsonarista radical, Abilio aposta no vínculo com os ideais do ex-presidente e na insatisfação dos cuiabanos com a gestão Emanuel, representante da classe política tradicional e da cuiabania, o que se verifica em Botelho e em Fábio. A ideia de continuidade ou “mais do mesmo” deve ser combatida pelo pré-candidato.

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Recuos de Fábio 

O nome de Fábio Garcia já esteve no páreo para a prefeitura, mas a candidatura nunca chegou a ser viabilizada. Em 2016, depois que Mauro Mendes desistiu de ir à reeleição, Fábio foi cotado, mas o grupo acabou apoiando a eleição de Emanuel Pinheiro. Em 2020, o recuo beneficiou o ex-prefeito Roberto França, uma vez que este estava com melhor desempenho nas pesquisas.

 

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