Prefeito assina ordem de serviço para construção do Barracão do Produtor

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, assinou a ordem de serviço para a construção do Barracão do Produtor, nesta quinta-feira (21). Com investimento estimado em R$ 1,7 milhão, a obra irá beneficiar cerca de 300 produtores rurais do Central de Abastecimento de Cuiabá (CAC), no Distrito Industrial. Os recursos, repassados pela Caixa Econômica Federal, foram viabilizados pelo então ministro Blairo Maggi e pelo, na época, secretário de Políticas Agrícolas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Neri Geller.

Pinheiro lembrou a importância da agricultura para a cadeia produtiva da cidade e destacou o empenho da gestão em estimular o setor. “Onde tiver um cuiabano querendo produzir, lá estará a gestão para incentivar, fazendo com que eles possam, por meio da agricultura de subsistência, garantir o seu prórprio sustento e o de suas famílias”, diz.

De acordo o titular da Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Gilberto Gomes, a construção terá início na segunda-feira (25) e a previsão é de que o barracão seja entregue até junho deste ano. Este soma-se a uma série de iniciativas de fortalecimento do setor, como diagnósticos de produção, capacitação e captação de recursos junto ao Governo Federal.

“A agricultura familiar é cada vez mais importante para as economias locais, gerando emprego e distribuindo renda por diferentes regiões. Por isso trabalhamos para dar condições ao produtor, para que ele possa produzir, transportar e distribuir, entregando lá na ponta”, explica.

A presidente da Associação dos Permissionários do Terminal Atacadista de Cuiabá, Marilda Giraldelli, destaca que a iniciativa atende a um anseio antigo do setor.  “Quem está aqui todo dia vê as dificuldades que o produtor tem enfrentado. Eu agradeço e tenho certeza que essa obra vai beneficiar toda a Baixada Cuiabana. Assim eles terão um local digno para trabalhar.

A Central é um dos mais importantes entrepostos da região, uma vez que abastece a Capital, maior centro consumidor do Estado e outras cidades de Mato Grosso e outros estados. A proposta é estruturar o local para que no futuro sejam atendidas, além das demandas de hortifrutigranjeiros, o mercado de carnes e peixes.

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