Empresa Cuiabana reduz custos do São Benedito em mais de R$ 3 milhões/ano

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Em menos de dois anos da gestão Emanuel Pinheiro, a Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) reduziu os custos do Hospital Municipal São Benedito em pouco mais de R$ 3 milhões por ano.

Para se ter ideia, apenas em novembro a diretoria-geral e administrativa da ECSP, na então direção de Oseas Machado, conquistou uma supressão nos contratos dos anestesistas que vai gerar uma economicidade de R$ 50 mil mensais aos cofres do município.

Segundo o diretor, seguindo a premissa de valorização e responsabilidade com o dinheiro público instituídas por Pinheiro em seu plano de governo, os reajustes foram possíveis após extinção de alguns contratos firmados em gestões anteriores e ainda devido a amplas negociações com os atuais prestadores de serviços – o que oportunizou a supressão dos montantes contratualizados.

“Essa redução significativa nos custos é fruto de um amplo trabalho em equipe que iniciou na posse da gestão Emanuel Pinheiro. De lá pra cá, estamos todos imbuídos na premissa de humanizar a Saúde da Capital e fazê-la respeitando o dinheiro público, otimizando-o o máximo possível. Com essa meta, cortamos os gastos considerados excessivos e sentamos com nossos prestadores para avaliarmos a atual conjuntura da Saúde Pública nos âmbitos nacional, estadual e municipal e com isso, rediscutimos valores. Com essa compreensão conseguimos reajustar  muitos serviços ao longo destes quase dois anos e, no último mês, tivemos mais um sucesso, desta vez, com os serviços de anestesia. O diálogo culminou na redução de R$ 400 em cada serviço, um ganho real de R$ 50 mil mês”, enfatizou o diretor.

Em dezembro do ano passado, considerando a serie histórica, a atual administração já havia reduzido os custos em 12 itens, alcançando precisamente, uma economia de R$ 2.900.593,08 por ano se comparados a 2016. Nos valores pagos por Órteses – aparelhos que servem para alinhar ou regular determinada parte do corpo e Próteses -, utilizadas como substitutas de membros e articulações do corpo e Materiais Especiais (OPME), o município economizou R$1,2 milhão.

As despesas com a prestação de Serviço Médico Hospitalar em Geral, foram reduzidas em mais de R$ 500.000,00 durante o ano. Pelos exames foram pagos em 2016, R$ 2.386.156,88 e somente R$ 2.086.156,88 em 2017, o que diminuiu a receita em 20,43%, ou seja, R$408.000,00.   Na compra por combustíveis, alugueis de carro e segurança o hospital deixou de gastar R$840.117.58 para pagar apenas R$ 247.927.70.

Segundo Oseas, a redução de custos não prejudicou a capacidade plena do hospital e ainda contribuiu para o bom funcionamento da unidade no momento em que houve redução de repasses.

“Somos referência em média e alta complexidade para Mato Grosso, outros estados e até países vizinhos, como a Bolívia. E essa redução, especialmente neste momento de dificuldades de repasses, contribuiu para que mantivéssemos o nosso índice de satisfação entre  os pacientes do hospital de 99%. E tudo isso, ultrapassando as metas de para a realização de cirurgias nesses dois anos, atuando como fonte desafiadora do Pronto Socorro e levando humanização em saúde à todos que buscam atendimento na Capital dos 300 anos”, finalizou Oseas Machado.