Colaboradores da Fecomércio, Sesc e Senac em Mato Grosso aprendem sobre Compliance

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Compliance é o dever de estar em conformidade com atos, normas e leis, para seu efetivo cumprimento, em outras palavras é um sistema de controle interno que permite esclarecer e proporcionar maior segurança àqueles que utilizam a contabilidade e suas demonstrações financeiras para análise econômica-financeira.

Tal prática foi propagada na palestra: “Compliance e governança fazem a diferença no seu negócio”, ministrada pelo Dr. Giovani Saavedra, advogado com experiência de mais de 17 anos nas áreas de Compliance, Direito Penal Empresarial e Governança Corporativa.

O público foi composto por colaboradores da Fecomércio, Sesc e Senac, de acordo com Igor Cunha, superintendente do Sistema do Comércio, a medida é para que tais práticas do Compliance venham a ser utilizada nas três entidades, para resultar em uma gestão eficaz.

Para Giovani Saavedra, o Compilance é uma nova maneira de gerir as empresas para evitar a corrupção. “O objetivo é lidar com os riscos internos e proteger os negócios, além de valorizá-la”.

O Conselheiro Substituto do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Moises Maciel marcou presença na palestra. “A sociedade que nós queremos se passa por nós. Nós temos o Brasil que está desse jeito, é necessário discutir o bom governo, e nós não queremos discutir isso. Nós queremos que apareça um salvador da pátria e resolva com os problemas do Estado, o problema das empresas. Infelizmente a inclinação humana é voltada para a corrupção. Então, nós temos um grande desafio de trazer pra nossa vida social, uma vida firmada nos valores éticos”.

O Controlador Geral do Estado, Emerson Hideki Hayashida, afirma que o cidadão deve cumprir o dever cívico dentro da sociedade. “Qual o governo que queremos? Nós somos parte do governo, nós os elegemos e a gente precisa fazer o nosso papel. Inclusive dentro da Controladoria Geral do Estado, já estamos implantando um programa chamado ‘Integridade’, que deve aplicar as técnicas anticorrupção”.

Fonte: Fecomércio

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